Estamos bem, de Nina LaCour | YA Contemporâneo LGBTQIA+ | Plataforma21

ESTAMOS BEM

Capa do livro Estamos bem
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Título original: We Are Okay ISBN: 9788592783341 Autora: Nina LaCour Quantidade de páginas: 224 Tradutora: Regiane Winarski Comprimento: 14 cm Altura: 21 cm Profundidade: 1,5 cm Peso: 0.25 kg Acabamento: Brochura Edição: 1ª/2017 Preço: R$39,90 Ebook: R$24,50

Estamos bem


Marin deixou tudo para trás. A casa de seu avô, o sol da Califórnia, o corpo de Mabel e o último verão agora são fantasmas que ela não quer revisitar. O retrato de uma história em que já não se reconhece mais. Ninguém nunca soube o motivo de sua partida. Nada se sabe sobre a verdade devastadora que destruiu sua vida.

Agora, ela vive em um alojamento vazio e está sozinha no inverno de Nova York. Marin está à espera da visita de sua melhor amiga e do inevitável confronto com o passado. As palavras que nunca foram ditas finalmente se farão presentes para tirá-la das profundezas de sua solidão.

Estamos bem é um sussurro íntimo embalado por um soco indelével. Nina LaCour retrata a elaboração do sofrimento de forma bela e dolorosamente sincera, provocando um desejo pungente de atravessar qualquer distância para se reconectar com quem ama.


Sobre a autora:

Nina LaCour é a autora dos aclamados livros Hold Still, The Disenchantments e Everything Leads to You. Ela também é coautora, junto com David Levithan, de À primeira vista. Com experiência de livreira e professora de ensino médio, ela agora escreve e cuida da filha em tempo integral. Nascida na região da baía de São Francisco, Nina mora com a família em Martinez, Califórnia.


Sobre o livro:

“Tão solitário e lindo que mal consegui respirar. É o livro perfeito.” — Stephanie Perkins, autora do campeão de vendas Anna e o beijo francês

“Tão lindo quanto as melhores lembranças, tão triste quanto as melhores músicas, tão cheio de esperanças quanto seus melhores sonhos.” — Siobhan Vivian, autora do campeão de vendas Eu e você no fim do mundo

“Dá para sentir cada pico e cada vale da viagem emocional de Marin na pele, nas entranhas. Lindamente escrito, emocionante e profundamente real.” — Adi Alsaid, autor de Never Always Sometimes e Perdidos por aí


Trechos:

“Eu tinha afastado a dor. E a encontrara nos livros. Chorava pela ficção em vez de pela verdade. A verdade era irrestrita, sem enfeites. Não havia linguagem poética nela, nem borboletas amarelas, nem inundações épicas. Não havia uma cidade presa embaixo d’água nem gerações de homens com o mesmo nome, destinados a repetir os mesmos erros. A verdade era ampla o bastante para se afogar nela.”

“O sul da cidade era onde nossos mortos eram enterrados, mas não minha mãe, cujas cinzas voltaram para o mar que a matou e que ela tanto amava.”

“O desconhecimento é um lugar escuro. É difícil se render a ele. Mas acho que é onde moro a maior parte do tempo. Acho que é onde todos nós vivemos, então talvez não precise ser tão solitário. Talvez eu consiga me acomodar, me aconchegar, construir um lar na incerteza.”